segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Quando vão terminar as mortes das mulheres por maus-tratos?

Ainda ontem eu me referia aos maus-tratos e violência contra as mulheres. Dizem que isto é uma questão cultural. Não me parece. É uma questão de mau carácter, é o que é.
Lamento imenso que as mulheres continuem em sofrer e calar.
As que sofrem têm de ter conciência de que não são escravas de ninguém e muito menos dos maridos ou de quem com quem elas vive.
Falam de amor e de ciúmes, mas eu só vejo ódio.
Que falta de amor é esta que mergulha uma pessoa no cometimento de um assassinato?
As mulheres maltratadas vão ter de tomar consciência que numa Nova Era não será mais permitida a escravidão e os maus-tratos em nome do amor. Quando tirava o meu curso de psicologia e mesmo depois ajudei várias mulheres a tomarem essa consciência e orgulho-me disso.
MULHREES, UNAM-SE CONTRA OS MAUS-TRATOS E DEIXEM DE TER VERGONHA E SENTIREM-SE ESTIGMATIZADAS.

domingo, 29 de novembro de 2009

O meu querido marido

O meu querido marido que me atura há mais de 34 anos!
Coitadinho, com uma mulher meio maluca, como é que ele consegue aturar?
Pois na verdade, tem muita paciência e vai ganhar o Céu. Mas é um querido. Não posso deixar de homenagear os maridos a SÉRIO, aqueles que nos apoiam e que são homens a sério. E não uma cambada de violentos que abusam das mulheres e as tratam como lixo. E as assassinam. Há mais de vinte mulheres a morrerem todos os dias. E por que raio, não me dirão?
A esses, coitados, lamento. Mas bem que podiam desaparecer deste planeta azul e irem chatear as mulheres para outro planeta. Devia haver um grande cartaz que dissesse em letras que se vissem da Torre Eiffel " NÃO HÁ LUGAR PARA VOCÊS". E que voltassem para o mesmo lugar de onde saíram.
Abaixo os homens malévolos! Vivam os homens sãos! Não existem desculpas para a existência dessa gente. FORA DO PLANETA JÁ!

Afinal, que poupanças?

Sempre que nos encontramos para almoçar ou jantar os meus sogros -benza-os Deus! - pedem que se poupe e se escolham uma dose ou no máximo dose e meia para duas pessoas. Mas, como de costume, eu não os oiço. Faço como quero, como sempre fiz. Fui habituada à minha independência, mesmo em casa dos meus pais. Cada um virava-se conforme podia. Isso valeu-me mais tarde. Não sou por issoa uma pessoa medrosa - ha, ha, ha. E quando eles, com o seu ar altivo e importante resolvem pagar a conta, eu gasto o que bem entender, porque não é minha ideia que eles paguem, coitadinhos dos pobres! E tudo vai-se a ver, para quê? Para poupar um euro em cada dose encomendada. Pois se nós damos um euro a um troque-man! Para que vamos fazer semelhantes poupanças? Bem sei que aí está a crise e o desemprego maldito, mas eu continuo uma mulher de Fé. E sei que se pensar sempre que o dinheiro não há-de faltar, o Universo responde-me enviando-me sempre uns bónus. E até agora, depois de ter ultrapassado a meia centena de anos, nunca faltou.
Onde está a Fé das pessoas? Este país sempre foi considerado como um país de fé, mas agora as pessoas andam mais tristes, deprimidas e desmotivadas.
Que pena! Ainda há-de aparecer um Dom Sebastião numa manhã de nevoeiro para nos trazer um governo novo, cheio de benefícios sociais toda a gente, sem discriminações. Não desesperem, porque o partido nº 2 pode sacar da manga um novo Professor Cavaco, alguém que vista a camisola e exerça as suas funções só por missão.

sábado, 28 de novembro de 2009

A Poupança hoje em dia

Amanhã tenho de me encontrar com os meus sogros. Não é um momento de regozijo porque eles resolveram poupar com a crise económica. Não vou dizer que eles sempre foram gastadores. Pelo contrário, viveram sempre em contenção e possuem uma invejável situação económica de Tios Patinhas.
Ainda há dias soube que eles aproveitaram uns quadros de uma cunhada. Os quadros em questão deviam ser muito mauzinhos, porque a cunhada é considerada uma pessoa de bom gosto no meio familiar. Mas eles aproveitaram porque era para poupar.
E aqui vai um exemplo de como se deve poupar hoje em dia. Devemos aproveitar os quadros e outros objectos de adorno que as pessoas deitam para o caixote do lixo, meus amigos. Bem, as pessoas em questão são muito, mesmo muito poupadinhas. São pessoas da geração dos anos 30.
Eu estou no desemprego sem subsídios do Estado - o que parece uma coisa do Além neste país - e nunca iria aproveitar quadros do caixote do lixo. Era preferível não ter nada nas paredes. Mas pronto, gostos não se discutem.
Tudo isto não passa de características geracionais. Enquanto eu seria incapaz de colocar um quadro na parede que viesse do caixote do lixo, eles não. E porquê? Talvez porque eles sofreram com as guerras do século XX? Quem sabe?

Uma Nova Era à nossa frente já!

Não sei se já se deram conta mas uma Nova Era começou e vai-se prolongar pelo menos até ao ano 2012.
As pessoas andam muito preocupadas hoje em dia com todas as calamidades do mundo, desde a gripe A até a outras coisas do nosso quotidiano sem se aperceberem que um mundo velho está a ficar para trás. O que quer isto dizer? Que eu estou louca e resolvi atormentar as vossas pobres cabeças? Que não tenho mais nada para fazer senão vir lembrar coisas delirantes e estapafúrdicas?
Não. Não é essa a minha intenção.
Quero que todos SEJAM FELIZES.
E como é possivel nestes tempos ser feliz, com tanto desemprego, tanta agressividade e violência, tantos vírus à solta e tanta crise económica? Não, não vou começar por dizer que a felicidade está dentro de nós. Mas peço-vos para pararem todos os dias um pouco à noite, depois de verem televisão. Guardem uns minutos só para vocês e pensem em tudo o que vos rodeia e no que se passou à vossa volta. E façam uma respiração regular e pensem apenas que podiam ser felizes se vivessem noutro planeta onde não houvesse guerras, poluição, crises económicas e desemprego.
Pensem apenas nessa hipótese por uns minutos.
Como seria?
Bom? Óptimo? Ou mais que bestial e maravilhoso?