terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Na Terra reina grande confusão

No planeta Terra reina grande confusão nos debates sobre o clima. Há cientistas a declarar, entre eles alguns prémios Nobel, que o clima não está a aquecer mas sim a arrefecer. Na Cimeira de Copenhaga, há gente a dizer que o clima vai subir uns sete graus nos próximos anos.
Cada um puxa a brasa à sua sardinha. Os interesses obscuros estão por trás.
Há quem diga que o clima está a mudar para melhor e outros para pior.
Para os árabes que vivem à custa do petróleo, o planeta não tem de se queixar.
Para outros, mais verdes e amigos do ambiente, o planeta está a sofrer com todos os atentados ao ambiente.
Para os velhos do Restelo, os tempos são finais e não sei se passamos de 21 de Dezembro de 2012.
Infelizmente, sabemos que o nosso planeta nunca foi respeitado e precisa de grandes limpezas. Às vezes ponho-me a pensar na razão por que não seguimos as crenças dos Celtas que respeitavam tanto a Natureza.
Mas em quem havemos de acreditar? Parece-me que temos de dar desconto tanto a uns como a outros.
Tudo o que vier originado pelas entidades estatais não é de confiança nem de credibilidade. Façam como eu, dêem desconto a todas estas noticias e não se amedrontem com nada.
Os tempos não estão para medos. Os tempos estão para desenvolver mais fé e esperança no futuro. E cuidar deste planeta lindissimo.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Grandes mistérios

Na minha vida fui sempre atraída por mistérios. Tudo o que seja estranho me seduz.
Estive a assistir na Net a um dos Projectos mais misteriosos de sempre: Projecto Filadélfia. Esse projecto consistiu numa experiência levada a cabo pela Marinha americana, em 1943. Nessa experiência, graças à alteração de campos magnéticos, um navio desapareceu fisicamente durante alguns minutos e reapareceu a seguir. Falava-se em técnicas trazidas por alígenas de outros planetas mais avançados.
Acredito sinceramente que existe mais vida noutros planetas e que não estamos sozinhos no Universo. É evidente que a vida terá de ser diferente da nossa nos outros planetas e galáxias.
Dizem que os seres do planeta Júpiter são altos, louros e de olhos azuis, com muitas características dos povos do norte da Europa.
Existem outros extra-terrestres que são fisicamente semelhantes a nós mas medem entre 4 a 5 metros de altura. Por que será que isto me faz lembrar os Yetis que viviam nos Himalaias?
Outro assunto interessante são os povos intraterrenos que habitam no interior da Terra desde há milénios e são os que escaparam ao Desaparecimento da Atlântida. Será que tudo são lendas, nada mais que lendas? Mas as lendas têm dado origem à comprovações de alguns factos verídicos.
Já viram as descobertas feitas no Mar Vermelho a partir da passagem da Bíblia onde se fala da divisão do mar para dar passagem aos judeus que fugiam do faraó?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Coisas diferentes na minha vida

Sempre me considerei uma pessoa com fé. Nunca desisti das minhas lutas, e nalguns momentos sei que me mostrei demasiado teimosa, sem querer seguir os sinais.
Mas na minha vida ocorreram coisas muito estranhas. Lembro-me de que, aos seis anos, a minha primeira anestesia permitiu que eu saísse do corpo e ficasse em cima, junto ao tecto para assistir à operação. Via lá em baixo os médicos e as enfermeiras a trabalhar no meu corpo.
Parece que a minha mãe também tinha esse dom estranho. Quando eu tinha dois anos, foi avisada de que eu me encontrava muito doente, à beira da morte.
Deve ser por causa desses sonhos que tive, em que cheguei a assistir a várias reencarnações minhas, que eu fui sempre uma pessoa de fé. Custa-me por isso, a lidar com outras pessoas que não são como eu.
Há por aí muita gente que não acredita em nada. Coitados, lamento-os muito. Recordo-me que uma vez uma amiga minha veio ter comigo, desesperada porque a neta estava à morte e os médicos lhe diziam que não era possivel salvá-la. Eu disse-lhe que o plano espiritual a estava a pôr à prova. E a neta de quem ela gostava tanto, tinha sido escolhida. Fui com ela a um vidente que lhe disse que a neta se curaria se ela acreditasse em Deus e fosse rezar a determinada igreja. Na vida dela sucediam coisas sempre muito estranhas, como por exemplo, doenças que milagrosamente se curavam de um dia para o outro. Mas ela continuava teimosamente sem fé.
Tenho a impressão de que por isso me dedicava uma grande amizade. Eu tinha fé, ela não.
Mesmo depois de tudo o que sucedeu com a neta, que se curou de um dia para o outro, sem a ajuda de médicos, ela continuou sem acreditar.
Pensei muitas vezes que mesmo com Jesus descendo à Terra ela nunca seria uma crente.
Tenho muita pena de gente assim. Parecem-me mais pobres que os mendigos que encontro na rua a pedir esmola.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A trapalhada da festa de Natal

Este ano não era suposto fazermos a festa cá em casa para toda a família. Isto é rotativo para não não pesar nos bolsos de cada um.
Mas houve quem se baldasse por motivos económicos. Está bem, eu compreendo.
Deste modo, resolvi ser eu a dar a festa pelo menos para uma parte da familia. A nossa, a minha.
Fui criticada por isso, mas tive de deixar bem claro que não estava à espera de que ninguém me pagasse nada. Se eu tenho gosto em dar, dou. Mas dou só por mim, sem estar à espera de retribuição.
O resto, quando os outros quiserem dar que dêm. Pouco me importa.
Estou à frente da janela de onde vejo as Iluminações de Natal e lastimo que agora tenham suprimido os símbolos religiosos para ornamentação. Que mal há meter-se uma Nossa Senhora e um São José num presépio? E um menino Jesus rechonchudo? Afinal, para onde foi a tradição? Também é proibido meter anjinhos?
Pois anjinhos somos nós, que ainda andamos adormecidos sem nos darmos conta de todos os desmandos politicos e económicos de quem nos governa, ou desgoverna.
O Universo tem tanto a conceder-nos que não há motivo para tanta privação e fome pelo mundo fora. Simplesmente ainda não pedimos intensamente ao Universo que nos conceda uns novos e bons governantes. Ainda não o desejámos com intensidade suficiente para mudarmos o nosso rumo.
Estava a ver os triliões da dívida dos Estados Unidos e pensava em como essa gente se endividou e permitiu que fosse o resto do mundo a pagar por eles.
Afinal, de onde vem e para onde vai o dinheiro? Como é que esse dinheiro é criado? Não é por uma entidade divina, certamente. Aqui está uma boa pergunta. Será que alguém me seria capaz de responder? Eu sei que o dinheiro é apenas papel. Poderia ser um lápis, uma pedra, uma caixa. Tudo isso podia representar o dinheiro.
Mas afinal, é um pedaço de papel, muitas vezes impalpável e invisível.